A história da humanidade é, em grande parte, uma narrativa de poder. Durante séculos, esse poder manifestou-se através da força, do conflito e da conquista, um modelo de liderança muitas vezes associado à figura masculina. É neste contexto que a mulher nas escadas brancas se eleva, simbolizando um percurso de paz e de crescimento social.
Sem recurso à força, ao grito ou à imposição, a sua presença afirma-se pela ponderação e pela consciência, ocupando o seu espaço de forma tranquila. Ela representa a emergência de uma nova forma de poder, sugerindo que o próximo capítulo da nossa história pode ser definido por qualidades como a paz e o autoconhecimento, em vez da guerra.